4/25/2006

Turistas garantem boas vendas em feira de artesanato de Brotas

Jornal da Cidade de Bauru

Brotas - A feira de artesanato promovida pela Secretaria de Ação Social da Prefeitura de Brotas (100 quilômetros de Bauru), no último feriado prolongado, foi considerada um sucesso pelos organizadores. Com o dinheiro arrecadado, cerca de R$ 1.000,00, será possível comprar um DVD e um liqüidificador novo, que serão usados no projeto Espaço Amigo. Metade da receita, foi distribuída às crianças responsáveis pela confecção dos produtos na instituição.A exposição começou na sexta-feira e reuniu mais de 150 camisetas, decoradas com motivos da Seleção Brasileira e com o nome da cidade, usando pedrarias e bordados. No evento, também havia bijuterias, bolsas e artigos para decoração do lar em geral. Tudo foi produzido pelas 50 crianças carentes atendidas no Espaço Amigo e por outros 70 meninos e meninas do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI).Segundo a coordenadora do Espaço Amigo, Renata Rieira de Oliveira, quem mais se interessou pelos produtos da feira foram os turistas que passaram o feriado na cidade. “Eles gostaram das camisetas com as cores do Brasil, em função da Copa do Mundo, e queriam também uma lembrança da cidade, como o nome de Brotas. Ficamos felizes com resultado”, disse. De acordo com Renata, a procura pelos artigos foi tão grande que foi necessário convocar algumas crianças para a decoração de mais camisetas. “Ficamos realmente impressionados com a demanda. Em dois dias foram vendidas mais de 70 camisetas. O preço delas variava de R$ 12,00 a 18,00”.O resultado também foi satisfatório para as crianças, já que algumas delas, especialmente as que mais produziram, chegaram a ganhar R$ 100,00 pelo trabalho, segundo informou a assessoria da prefeitura. Para Renata Rieira, isso serviu para motivar os menores atendidos pelo programa a se dedicarem cada vez mais às atividades de artesanato, realizadas diariamente no Espaço Amigo. “Teremos uma nova feira em outubro, que será realizada no Centro Cultural, e as crianças já estão se preparando para contribuir e também serem recompensadas”, afirmou a coordenadora do projeto.O Espaço Amigo funciona no Centro de Educação Infantil Chiquito Noronha, das 8h às 17h, e atende crianças e adolescentes de 7 a 15 anos. No local são realizadas, além das aulas de bordados, crochês e outras atividades artesanais, passeios e palestras educativas. No prédio há sala de tevê e vídeo, brinquedoteca, playground, refeitório, quadra poliesportiva coberta e ampla área de lazer. O Centro Educacional fica na rua Américo Venâncio Bonganha, 13, no bairro Lagoa Dourada.

4/18/2006

A Paraiba em Suas Mãos

O artesanato paraibano é um dos mais expressivos e ricos do Nordeste onde sua marca registrada é a variedade em que é produzido por seus artesãos. Isto se deve, sem dúvida, a rica matéria-prima que a Paraíba dispõe como o barro, o couro, a madeira, fibras diversas, que são transformadas pelas hábeis mãos de seus artesãos em peças artísticas de real valor. A criatividade também é uma característica do seu artesanato, moldado na cultura, na história e no cotidiano de sua gente.As obras artesanais surgem do barro e das rendas, do couro, da cerâmica, simbolizando o cotidiano no homem rural e os antigos costumes urbanos. O artesanato das redes e mantas exercido na maioria por mulheres em teares manuais também tem forte presença na Paraíba. Também são as mulheres que na cadência dos bilros vão tecendo filigramas que formam as rendas como a renascença que é o forte da região do cariri paraibano.O Programa "A Paraíba em Suas Mãos" conduzido pela primeira dama do Estado, Silvia Cunha Lima com apoio do Sebrae Paraíba se tornou desde que foi fundado em 2003, o principal agente de desenvolvimento do artesanato paraibano.Atuando em todos os municípios paraibanos, tem dado visibilidade ao trabalho dos artesãos a nível nacional e internacional, levando-os a participarem de feiras, exposições e até eventos de grande porte. O Programa "A Paraíba em Suas Mãos" tem reunido e organizado sistematicamente todos os participantes da cadeira produtiva artesanal paraibana, encontrando soluções para a sua organização e crescimento. Com a estruturação dessa cadeia produtiva, fortalecendo e ordenando cada um de seus elos, além de agregar valores artesanais, o Programa tem proporcionado melhoria na qualidade de vida dos artesãos e desenvolvimento integral da sua atividade.A Paraíba em Suas Mãos - o que é e como funcionaUma experiência inovadora, tanto pelo modelo de gestão compartilhada pelo Governo do Estado em parceria com outros órgãos governamentais e não governamentais, como pela linha de atuação pautada na capacidade de geração de trabalho e renda, o programa "A Paraíba em Suas Mãos" é desenvolvido através da aglutinação de todas as instituições que atuam em artesanato na Paraíba. Para uma maior isenção no Programa foi criada, por Decreto Governamental, a Curadoria do Artesanato que tem por finalidade estabelecer critérios para análise e classificação de artesãos para ações e promoções do "A Paraíba em Suas Mãos". A Curadoria realiza o cadastramento do artesanato e do artesão, estabelecendo um quadro de clasificação por matéria-prima, técnicas principais e habilidades manuais para identificação da especialidade do artesão através da Carteira do Artesão.Os indicadores de sucesso apresentados pelo Programa, a exemplo de premiações a nível nacional como a do 1º Salão Paranaense de Cerâmica Popular, onde três artesãs paraibanas ganharam os três primeiros lugares, em três categorias distintas, permitem que se consolide o conceito de que com o caráter cooperativo, o artesão paraibano está sendo bem sucedido na divulgação, produção e comercialização do seu produto. O "Paraíba em Suas Mãos" também estimula o artesão para que ele tenha ousadia de agregar novos elementos à sua atividade. Esta mesma ousadia que o Programa, ao liderar o processo de mudança da imagem do setor, promove a aproximação crescente de áreas de trabalho que antes nunca se permitiram uma relação sinérgica e duradoura: artesanato, empreendedorismo e design.Oscilando entre beleza e utilidade, prazer e serviço, o artesanato paraibano dá lições de sociabilidade e coletividade, na medida em que é uma atividade que comporta trabalho em grupo, além de ser uma atividade geradora de renda. E, o que é mais importante, sem descaracterizar as raízes do artesanato genuíno da nossa terra, o "Paraíba em Suas Mãos" tem atuado agregando funções e usos contemporâneos, divulgando e apresentando-o como tal.

4/10/2006

CURSOS DE ARTES E ARTESANATO AO ALCANCE DE TODOS

O Centro de Artes Calouste Gulbenkian oferece 73 oficinas de artes plásticas e artesanato. Em 2005 aproximadamente 1700 alunos freqüentaram os cursos de desenho, pintura, escultura, música, teatro, dança, mosaico, tecelagem, dentre os ministrados por 56 professores. Os cursos mais procurados são Oficina de Jóias, Escultura, Desenho, Pintura, Serigrafia, Marcenaria e Cerâmica.
As novidades em 2006 são os cursos de Técnica Vocal, Técnica Instrumental, Saxofone, Luminárias em Bambu, Dança-Afro, Dança de Salão, Yoga Integral, Capoeira Angola e Restauro.

Os cursos são acessíveis a todos: a taxa de matrícula é R$20,00 e as mensalidades variam de R$50,00 a R$ 85,00. Os horários e turnos variam de acordo com o curso, que funcionam de segunda a sexta no turno da manhã, tarde e noite. São oferecidas bolsas de estudo para alunos da rede municipal e para comunidades. Todas as pessoas podem participar dos cursos, que visam a qualificação para o desenvolvimento de trabalhos em arte e artesanato. Os cursos têm a duração média de quatro meses.

Durante 2005 o Centro de Artes Calouste Gulbenkian promoveu 10 Workshops de artesanato e artes plásticas. Em 2006 os Workshops terão continuidade. O objetivo dos Workshops, que são abertos ao público em geral, é demostrar novas técnicas referentes aos cursos oferecidos e a novos cursos.

A integração de alunos e professores ajuda no desenvolvimento de cada curso, que consiste em treinamento, exercícios e técnicas especificas para o desenvolvimento de cada arte.Mensalmente há exposições, onde são apresentados os trabalhos desenvolvidos pelos alunos e professores. Em dezembro há o Multiarte, evento onde são expostos os trabalhos dos alunos previamente selecionados pelos professores.

O Multiarte tem início com um desfile onde o trabalho da Oficina de Corte e Costura e Estamparia em Tecido mostram suas criações. Há apresentações de teatro e músicas: em 2005 foram apresentadas as peças "Desconstruindo Shakespeare" dirigida por Nando Cunha, "Aurora da Minha Vida" sob direção de Vilma Melo, o cordel "A Moça que Beijou o Jumento Pensando que era Roberto Carlos" e "A Árvore", dirigidas por Mára Soto; onde participaram as três turmas do curso livre de teatro.

Também fazem parte do evento a MultiMúsica, a MultiDança e o MultiEspecial - que é o diálogo entre as linguagens de artes plásticas e dança. Os alunos têm no MultiBazar a oportunidade de venderem seus trabalhos. A instituição também apóia os alunos na pesquisa e no desenvolvimento de seus projetos.

As turmas de 2006 começam em fevereiro e março. Inscrições em fevereiro.Mais informações pelo Disque Cursos: Tel. 2221-6213Ramais - 216 / 217 / 229.
Atendimento: 2ª a 6ª feira, das 9 às 17h.
Os cursos acontecem no Centro de Artes Calouste Gulbenkian/Rio Mulher, localizado na Rua Benedito Hipólito, 125/Praça Onze - Centro

www.rio.rj.gov.br

As Feiras de Arte do Rio de Janeiro

As FEIRARTES - FEIRAS ESPECIAIS DE ARTES - destinam-se à venda dos trabalhos de artistas plásticos e artesãos da Cidade. Localizadas em pontos tradicionais e de grande circulação, as FEIRAS tornaram-se também ponto de atração turística. A primeira surge em 1968, quando um grupo de jovens decide expor seus trabalhos na Praça General Osório, em Ipanema. O sucesso da iniciativa atrai muitos artesãos ligados ao Movimento Hippie, e foi com o nome de Feira Hippie de Ipanema que a Feira ficou conhecida. No Centro do Rio, na Praça XV, surge a segunda FEIRARTE. Praça Saens Peña, Zona Norte da Cidade abriga a terceira. Em Copacabana, Zona Sul da Cidade, foram criadas mais duas
Feiras: uma no Calçadão e outra na Praça do Lido. A Divisão de Feirartes do Centro de Artes Calouste Gulbenkian administra, com o apoio da Secretaria Municipal de Governo, as Feiras de Artes da Cidade.

Como participar?A Lei nº 1533, de 10 de janeiro de 1990, regulamenta o funcionamento das Feiras Especiais de Artes. A seleção de candidatos à admissão nas FEIRARTES é feita através de prova prática de habilidade ou capacidade técnica. A convocação para o processo seletivo é através de Edital publicado no Diário Oficial do Município. Uma Comissão de Avaliação julga o trabalho realizado e o candidato aprovado recebe uma autorização para a Feira escolhida no momento da inscrição.

- Gen Osório: domingos - 8h às 18hII
- Pça XV : quintas e sextas - 9h às 17hIII
- Saens Peña: sextas e sábados - 9h às 17hIV
- Calçadão: sábados e domingos: 16h às 24hV
- Praça do Lido: sábados e domingos - 12h às 22h

4/04/2006

Artesanato garante boa renda e ainda é terapia

Confeccionar bijuterias e bordados em pedrarias está atraindo muitas pessoas que encontram no trabalho oportunidade de ganhar dinheiro usando o bom gosto e a criatividade
Alexandra Cavalcante
Possibilidade de ganhar vida com a produção de trabalhos artesanais tem levado muitas pessoas a procurar cursos nessa área. Um dos mais requisitados tem sido os que ensinam a fazer bijuterias e bordados em pedrarias. Tanto a aprendizagem da técnica quanto o ensinamento tem criado um campo de trabalho promissor.
A instrutora de cursos de bijuterias e predrarias Sandra Helena Maciel é uma das pessoas que descobriu que o artesanato pode ser uma fonte de renda. Aos 12 anos, ela despertou seu talento para fazer pulseiras e colares. 'Me interessava muito por isso e fui atrás. Comecei fazendo para mim mesma', conta.
A primeira oportunidade de ganhar dinheiro vendendo suas produções aconteceu na própria loja em que ela comprava o material para confeccionar seus artefatos. 'A dona me chamou e perguntou se eu queria trabalhar lá e eu aceitei', relembra.
Pouco tempo depois, Sandra descobriu que além da habilidade para trabalhar com pedrarias, também tinha talento para repassar seus conhecimos. Não demorou muito para que ela fosse convidada para ser instrutora de cursos de artesato.
Atualmente, Sandra ministra cursos de bijuteria e pedraria para outras mulheres que, como ela, também vêem nesse trabalho a possibilidade de ter uma renda. 'Hoje em dia, trabalho de carteira assinada e só aceito encomendas para fazer algum outro trabalho se a oferta for bastante tentandora', conta. E elas sempre aparecem. 'Semana passada bordei 17 pares de sandálias, que foram levadas por encomenda para o Suriname', diz.
Sandra ressalta que a procura pelos cursos está cada vez maior. 'Aqui é sempre lotado, pela manhã e à tarde. A maioria das pessoas que nos procura quer aprender a confeccionar bijuteriais e a trabalhar com pedrarias para ganhar a vida', afirma. A própria instrutora é uma das maiores incentivadoras das pessoas que a procuram para aprender o ofício. 'É uma coisa que vale a pena, porque o material não é caro, e como o artesanato está muito em voga, a venda acaba sendo mais fácil', explica.
Criatividade para produzir novas peças, a instrutora garante que não falta. 'Criamos muita coisa e compramos muitas peças em São Paulo, que são usadas como moldes durante os cursos. Só não copiamos de revista', garante.
Ela afirma também que além de ganhar dinheiro, confeccionar bijuterias e ensinar a fazê-las é uma terapia. 'Você acaba conhecendo um monte de gente, pessoas que acabam se tornando amigas. É uma coisa muito boa', descreve.
Custo - A oferta desse tipo de cursos tem crescido bastante. Em alguns lugares é possível fazê-los gratuitamente, como na loja, que vende material para bijuteriais em que Sandra trabalha. 'Aqui temos os cursos pagos e os que são de graça. O interessado precisa apenas comprar o material para que possa trabalhar com ele nas aulas', conta.
A procura tem sido tão grande que os cursos gratuitos já são ofertados todos os dias, inclusive aos sábados. 'Tenho alunas que trabalham por aqui (na área do comércio) e aproveitam o intervalo do almoço para vir às aulas ou então, aos sábados, quando estão de folga', diz.
Em cada aula (são em média duas por dia - pela manhã e a tarde), Sandra recebe pelo menos 10 alunas, algumas, cativas, que assistem várias aulas, e apesar de já terem aprendido a técnica, vem em busca de informações. 'Têm pessoas que vêm uma vez e acabam vindo sempre. Começam a vender e percebem que dá para ganhar dinheiro com o que produzem', comenta.
Há também aquelas que acabam sendo atraídas pela possibilidade de aprender a confeccionar bijuterias de graça. Esse foi o caso da revendedora de produtos de beleza Cristiane Lima. Ela mora em Capanema, no Nordeste do estado, e estava em Belém apenas a passeio. Ao passar em frente a loja onde Sandra ministra cursos, no bairro do Comércio, sentiu-se atraída pelo aviso do curso e resolveu entrar para conhecer. 'Acabei comprando material e assistindo a aula', conta.
Em sua primeira aula, Cristiane já iniciava a confecção de uma pulseira, com as cores do Brasil, que, segundo a professora, devem ' vender como água' nessa época de Copa do Mundo. 'Se conseguir fazer peças legais, penso em vender no futuro. Minha intensão é essa', disse Cristiane.

Aqui Serviços: Maiores informações sobre cursos gratuitos de confecção de bijuteria e bordado em pedrarias pelos fones 3222-3351/3242-9519 ou na Trav. Manoel Barata, 513.

http://www.oliberal.com.br, 4/4/2006

Estande mostra turismo e artesanato na Expogrande

O artesanato e o turismo têm espaço no estande do Sebrae na 68ª Expogrande. Mais de mil peças demonstram a diversidade da produção artesanal de Mato Grosso do Sul e, através de uma parceria com a Associação Brasileira de Agencias de Viagem (ABAV), é possível obter informações turísticas.Segundo a presidente do Sindicato dos Artesãos de Mato Grosso do Sul, Indiana Marques, todas as peças são de filiados da entidade. “Isso é importante, pois, mostra o profissionalismo e a credibilidade da categoria”, reforça. No estande é possível encontrar trabalhos a partir de R$ 1 até R$ 400,00 como um busto de cerâmica branca retirada de Sete Quedas. A escolha das peças prestigia diversas regiões do Estado, como as feitas de madeira de Três Lagoas, as de osso de Jardim, de palha de Ponta Porã, de taboa de Rio Brilhante, de cerâmica de Rio Verde e Coxim, tecelagem de Campo Grande e Nioaque.Indiana explica que o artesanato do Estado cresce cada vez mais e que Mato Grosso do Sul oferece matéria-prima de qualidade, como madeira, linhas, cerâmicas e muitas elementos que proporcionam a diversidade da criação. “Alguns estados se resumem a um só tipo trabalho e aqui nós temos uma variação com identidade e o Sebrae ao dar suas capacitações valoriza a utilização dos recursos do Estado”, reforça.Quem visitar o estande na Expogrande pode conhecer os trabalhos como biojóias, peças decorativas, utensílios domésticos, sempre com alguma referência iconográfica do Estado ou que demonstre a arte popular.

http://www.msnoticias.com.br, 4/4/2006

Curso de artesanato ensina clientes a fabricaremos seus próprios adereços

Presstur 04-04-2006 (10h49)

No Complexo Hoteleiro Tropical Manaus, situado no coração da Floresta Amazónica, Brasil, decorre até final de Abril, a “Oficina de Fibras e Sementes Vegetais” como parte das comemorações dos 30 anos do hotel.
No decorrer da oficina, os clientes vão aprender a confeccionar adereços de artesanato regional a partir de produtos naturais numa perspectiva de responsabilidade social e ambiental.
Além de ensinar os hóspedes e interessados a fazer um objecto de artesanato – colares, pulseiras ou outros acessórios - as aulas incluem uma vertente de responsabilidade social e ambiental, uma vez que os alunos recebem informações sobre o tipo de sementes ou material que estão a utilizar, explicou a artista plástica que dirige as aulas, Rosa dos Anjos, em comunicado.
A funcionar desde Março, a frequência média da oficina tem sido de 30 a 50 participantes, especificou Rosa dos Anjos, os quais no final podem levar os adereços que fizeram como lembrança.
Instalada na Galeria Malfatti, no mini-shopping do Tropical Manaus, a oficina vai prosseguir durante o mês de Abril.