9/01/2006

Bonecas mineiras de cabaça recebem prêmio de artesanato

BELO HORIZONTE - Os olhos afiados de dona Stela Rachid sempre foram apaixonados por bonecas. Tanto que foi ela quem vislumbrou, em cabaças sem uso no sítio de seu pai, contornos de mulher em saia rodada.

Com biscuits e tinta de cores berrantes ela deu feições e vestidos às bonecas que hoje são mania em feiras de artesanato e lojas de presentes e decoração. “As bonecas são meu forte e meu fraco”, define a artesã e empresária de Divinópolis, região centro-oeste de Minas Gerais.

Foram também as bonecas que garantiram, para a marca criada pela artesã, Bonecas do Brasil, o prêmio Top 100 de artesanato, que reconheceu as cem melhores unidades produtivas do setor no país.

Hoje ela administra, com a ajuda de duas filhas e do marido, uma organizada fábrica de bonecas. São seis funcionários, além das atividades terceirizadas, que produzem 600 bonecas por mês.

O lay-out da fábrica é pensado para evitar desperdício e perda de tempo e cada um tem a sua tarefa, numa espécie de produção em série que, ao contrário de grandes indústrias, faz cada uma das peças diferente da outra. “Não gosto de repetir, prefiro inventar um detalhe diferente, uma cor, um modelo de vestido”, diz Stela.

A hora de criar, para Stela Rachid, é solitária. “Normalmente é quando acaba o expediente e o telefone pára de tocar”, diz. A inspiração vem das mulheres que convivem com a artesã, um retrato delicado de um cotidiano simples e nem por isso menos rico.
www.otempo.com.br

Artesanato da região Norte ganha prêmio em São Paulo

Redação O Noroeste

O artesanato da zona Norte do Ceará será premiado na primeira edição do prêmio TOP 100 em São Paulo, que reconhecerá as 100 unidades de produção mais competitivas do artesanato brasileiro. A Associação dos Pequenos Produtores Rurais e Artesãos de Carquejo, no município de Mucambo, está entre as escolhidas e é a única da região Norte a receber o prêmio inédito. A seleção criteriosa foi feita através de uma iniciativa do SEBRAE, que criou o Prêmio, em parceria com o Governo Federal, a fim de criar e implementar um mecanismo inovador de estruturação e segmentação mercadológica do artesanato. Na final da seleção nacional, outras seis unidades produtoras do Ceará foram indicadas pelo prêmio, porém somente a Associação dos Pequenos Produtores Rurais e Artesãos de Carquejo foi eleita entre as 100 mais competitivas do País. As outras cinco cearenses foram de Tauá, Itapiúna e Redenção. Entre as 100, serão premiadas associações de artesanato de 21 estados brasileiros. A premiação se dará durante o Encontro Nacional de Artesanato, que acontece nos dias 23, 24 e 25 de outubro, em São Paulo. A metodologia do prêmio, que será entregue no dia 25, é diferente de outras, porque valoriza não somente a estética, mas também a arte e a cultura. Nos dias 26 e 27 de outubro, a Associação de Carquejo participará, ainda, de uma Rodada Internacional de Negócios, também em São Paulo. Segundo Tomaz Machado do Carmo, gestor do Programa Irmãos do Artesanato no Sebrae – Sobral, a premiação é um reconhecimento altamente credenciado da qualidade do artesanato de tecelagem da localidade de Carquejo e do profissionalismo de seus artesãos. A tecelagem de Carquejo atendeu aos pré-requisitos exigidos pela comissão julgadora, que foram o grau de inovação e diferenciação tecnológicas, adequação econômica do produto ao seu público alvo, aspectos ergonômicos e funcionais da unidade produtiva e seus produtores e adequação ao meio ambiente. Outros pontos foram considerados excelentes pelo TOP 100 como capacidade produtiva da unidade de Carquejo, sua adequação com a cultura local e logística, identidade e agregação de valor, práticas comerciais justas e responsabilidade social. Para Tomaz, outras localidades produtoras da região Norte poderiam ter concorrido ao prêmio. “Um exemplo é Rafael Arruda, que tem um excelente artesanato, mas não pôde disputar o prêmio, porque não tinha uma associação formada”, explica. “Esse momento também é um resultado de um amplo trabalho feito pelo Sebrae com artesãos locais em várias tipologias, oferecendo cursos de capacitação para gestão, vendas, associativismo, precificação, desenvolvimento de novos produtos, estudo de cores, tingimento natural e técnicas de composição de retalhos (patchwork)”, destaca Toamz, enfatizando que o Sebrae tem como parceiros a Central de Artesanato (Ceart), do governo do Estado; e as prefeituras da região.. REPRESENTAÇÃO - A comunidade de Carquejo será representada no TOP 100 por Gilmar Martins, 25 anos, tecelão da comunidade e mestre em Técnicas de Tecelagem. Com sua experiência e talento, já ministrou, inclusive, um curso de Tecelagem em Cabo Verde, na África, como convidado, neste ano. O tecelão cearense aprendeu o ofício com o pai. Os primeiros passos na arte da Tecelagem foram dados na Associação dos Produtores Rurais e Artesãos de Carqueijo, em Mucambo. Daí em diante, Gilmar não parou mais. Mostrando o dom para o trabalho aliado ao empreendedorismo, o jovem criou seu próprio negócio, a Arte Viva Criações. Como resultado de esforço e talento, Gilmar foi o precursor de uma experiência pioneira no ramo da tecelagem. Convidado pela Organização das Mulheres de Cabo Verde para ministrar tal curso a artesãos daquele país, ele passou mais de um mês na Ilha de Santiago – capital de Cabo Verde – repassando e também assimilando novas tecnologias na área.

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8/31/2006

Art Luz promove aulas de artesanato para deficientes

Atendendo a 1,4 mil pessoas em toda a cidade, o Projeto Art Luz, da Fundação Macaé de Cultura, também proporciona aulas de artesanato para deficientes. As aulas acontecem no Centro de Vida Independente (CVI), nos Cavaleiros, para sete alunos. O professor é Omar Peçanha Pinto. Utilizando fibras de bananeiras, os aprendizes - que têm deficiências visual, física, síndrome de Down e outras – fazem bolsas, capas de caderno e chaveiros.MACAÉ - “As aulas acabam sendo uma terapia devido ao trabalho manual e ao ato de criar”, diz o professor. O portador de deficiência visual e motora Hamilton Mendel Rangel, 39 anos, disse que é muito interessante fazer este trabalho, que ele nunca tinha aprendido anteriormente. As aulas são nas manhãs de quarta-feira, na Rua Camil Tanos, 48.Segundo o professor Omar, todos os materiais estarão expostos em evento no Centro Macaé de Cultura, no próximo dia 21. “O tear vai estar lá para fazerem as bolsas na hora”, anuncia. Os preços das bolsas variam entre R$ 18 e R$ 25. - O lucro será revertido para a reposição de material a fim de darmos continuidade aos trabalhos, entretanto, nada mais justo que eles terem porcentagem sobre as vendas, uma vez que quem produz deve receber a sua parte – finaliza o professor. Ele acrescenta ainda que o envolvimento destas pessoas com artesanato aumenta a auto-estima delas, além de ser uma forma de geração de renda importante. www.abn.com.br

8/22/2006

TOP 100 Artesanato
terá seis alagoanas premiadas

O Serviço Brasileiro de Apoio aos Micro e Pequenos Negócios (Sebrae) concluiu a etapa de escolha das unidades de produção que serão reconhecidas pelo Prêmio Sebrae TOP 100 de Artesanato 2006.

Na lista estão 100 unidades artesanais de 22 Estados, as quais seis são alagoanas. A Associação das Artesãs do Pontal de Coruripe, Associação dos Artesãos de Feliz Deserto, Caleidoscópio - JMR Fontan Ltda ME, Cooperativa dos Artesãos da Ilha do Ferro, Karandash Arte Contemporânea e Viver de Arte são as premiadas em Alagoas. Alagoas ficou entre os estados que obteve maior número de unidades artesanais indicadas, ficando atrás apenas da Paraíba (13), Minas Gerais (10) e Espírito Santo (07).

Todas as indicações são de artesãos autônomos ou pertencentes a associações e cooperativas, além de empresários de micro e pequenas empresas. Ao todo, o prêmio recebeu 540 inscrições, superando as expectativas dos organizadores. Desse total, 290 projetos foram pré-selecionados. Em julho, uma equipe de consultores visitou cada projeto para checagem das informações fornecidas ao comitê organizador.

De acordo com Vinícius Lages, gerente da Unidade de Atendimento Coletivo Comércio e Serviços (UACCS) do Sebrae, será realizada em São Paulo, no dia 25 de outubro, a cerimônia de premiação e nos dias 26 e 27 uma rodada de negócios com as 100 unidades selecionadas, objetivando a promoção comercial junto a compradores nacionais.

Avaliação - As peças inscritas foram avaliadas de acordo com critérios de inovação e diferenciação mercadológica; adequação econômica dos produtos ao seu público-alvo; aspectos ergonômicos e funcionais na unidade de produção e seus produtos; adequação ao meio ambiente; capacidade produtiva da unidade; adequação com a cultura local e adequação logística.

Segundo a gerente da Unidade de Acesso a Mercados do Sebrae Nacional, Raissa Rossiter, além desses itens, foram julgados também a identidade e capacidade de agregação de valor; práticas comerciais justas e responsabilidade social. Participaram do júri a designer e coordenadora do Programa de Artesanato da Paraíba, Silvia Cunha Lima; a comerciante de artesanato e proprietária das lojas UMANA, Mônica Souza; Dorotea Naddeo, consultora do Sebrae/MG; Durcelice Candida Macen, coordenadora do Programa de Artesanato do SEBRAE Nacional e Eduardo Barroso, designer e coordenador técnico do Prêmio TOP 100.

O Prêmio Top 100 é uma estratégia elaborada pela Unidade de Acesso a Mercados do Sebrae Nacional em parceria com a Unidade de Atendimento Coletivo - Comércio e Serviços da Instituição, que gerencia os projetos de artesanato. O objetivo é ampliar a visibilidade dos produtos artesanais e tornar a atividade ainda mais competitiva e melhor preparada para o mercado nacional e internacional.

8/11/2006

Mercado do Artesanato será incluído no roteiro turístico de Maceió
Mercado do Artesanato Incluir o Mercado do Artesanato no roteiro turístico da Capital. Foi com esse objetivo que as secretarias municipais de Promoção do Turismo (Semptur), Indústria e Comércio e Agricultura (Semica) e Comunicação (Secom) se reuniram com representantes do setor de turismo na manhã de hoje. A reunião foi realizada na sede do Mercado do Artesanato e contou com a participação da secretária de Turismo, Cláudia Pessoa, com o secretário-adjunto de Indústria e Comércio, Júlio Nunes, da coordenadora geral de marketing da Secom, Cerize Ferrari, da coordenadora do Mercado do Artesanato, Yêda Felix, além dos representantes de agências de turismo e agentes de viagem. No encontro foram debatidas alternativas para que o fluxo de turismo chegue ao Mercado de Artesanato, fazendo com que o local seja incluído na programação do city tour das agências. Segundo Cláudia Pessoa, a conquista de um fluxo maior de turistas para o mercado irá ocasionar em um ganho na geração de emprego e renda para os permissionários. Por isto, que a Prefeitura vem trabalhando na capacitação dos artesãos e na melhoria da infra-estrutura do local. O secretário-adjunto da Semica, Júlio Nunes, falçou da importância de valorizar o produto genuinamente alagoano que é desenvolvido pelos mais de 100 artesãos do Mercado do Artesanato. Trabalhos de Cipó, Cerâmica, Palha, Filé, entre outros, vem encantando os turistas que visitam o local. O diretor de receptivos da ABAV (Associação Brasileira de Agências de Viagens) em Maceió, Valdir Santos, enfatizou a importância do trabalho desenvolvido pela Prefeitura, que além de melhorar significativamente a infra-estrutura do Mercado do Artesanato vem se preocupando em aprimorar também o entorno do local, como o acesso e a segurança. Prefeitura e representantes do setor de turismo voltarão a se reunir nas próximas semanas para definirem o melhor modelo para incluir, definitivamente, o Mercado do Artesanato no circuito turístico de Maceió. www.gazeta.com.br

6/12/2006

Mudas de ouricuri para o artesanato

O projeto ecológico da Usina Coruripe produz também mudas de ouricuri. O objetivo é garantir o futuro do artesanato local, que gera renda para famílias responsáveis por cestas, tapetes, bolsas e outras peças. Os produtos encantam estrangeiros e visitantes em geral.
O estudo florístico e fitossociológico realizado pela bióloga Aliete Bezerra abrange uma área de 7.500 hectares de mata pertencentes à usina. A reserva concentra cerca de 40% das plantas arbóreas registradas em áreas de Mata Atlântica. Nilo de Souza é um trabalhador rural que desmatou e caçou bastante na Mata Atlântica do município, até ser despertado para o problema que isso representa e passar a protegê–la. “Hoje a gente só faz cuidar e impedir que alguém tire até mesmo um galho de mato”, diz Nilo, enquanto acompanha os jornalistas convidados pela trilha no meio da mata.
A história do desmatamento da Mata Atlântica começou com o descobrimento. O agrônomo da Coruripe, Cícero Augusto Almeida, conta que o município foi invadido por holandeses e franceses para extração e contrabando do paubrasil. “Essa área da usina, que é a fusão de todos os engenhos da região, começou a ser colonizada em 1554, ao longo dos rios. À época, Duarte da Costa distribuiu terras para famílias locais, a seis quilômetros da margem esquerda e a seis quilômetros da margem direita do Rio Coruripe, numa forma de tentar evitar o contrabando de pau–brasil à época”, conta Cícero Augusto. Hoje, o grupo Tércio Wanderley trabalha em parceria com o Ministério Público, a Polícia Florestal, a Prefeitura de Coruripe, a sociedade civil organizada para a recuperação de áreas degradas. “Preservar por exemplo, as nascentes do Rio Coruripe é uma questão de sobrevivência da população e da própria empresa, pois já nos deparamos com um rio apartado”, afirma um dos diretores do grupo, Márcio Paiva. Ele lembra que a área de Coruripe e Feliz Deserto é muito extensa e a formação de parcerias é a única forma de garantir a preservação. Investimentos em educação ambiental é outra linha de trabalho, pois as crianças acabam sendo agentes multiplicadores importantes, inclusive entre seus pais. (A. M.)

Artesanato do Norte catarinense é destaque na Mostra de Desenvolvimento Sustentável

A réplica de uma canoa de um pau esculpida em madeira em proporções exatas e pássaros típicos de nosso litoral como a gaivota, esculpidos em isopor reciclado, são algumas das atrações da 1ª Mostra Catarinense de Desenvolvimento Sustentável, que acontece até o dia 7 de julho, em Florianópolis. Estes materiais de artesanato foram escolhidos para representar a Secretaria de Desenvolvimento Regional de Joinville.Ao todo, são mais de 30 trabalhos de cunho artístico, funcional ou arquitetônico, baseado no Desenvolvimento Sustentável - água, meio ambiente, saneamento e cidades - enviados pelas 30 Secretarias de Desenvolvimento Regional do Estado e instituições parceiras, como a Fatma, Polícia Ambiental, Comcap e Casan.
A Gerência de Desenvolvimento Sustentável e do Desenvolvimento Humano, da SDR Joinville, escolheu para expor esta embarcação, que representa um modelo herdado dos indígenas da região e utilizado na pesca artesanal, além dos pássaros esculpidos em isopor reciclado, confeccionados pelo artista Conni Baugarten, de São Francisco do Sul.A exposição acontece na sede da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável, localizada na rua Frei Caneca 400, Agronômica, em Florianópolis, e pode ser visitada de segunda à sexta-feira, das 9 às 19 horas.
http://www.abn.com.br/noticias1.php?id=34139

Salão mostra produção do artesanato da PB
O 4º Salão de Artesanato a Paraíba, que será aberto nesta segunda-feira, às 18h30, em Campina Grande, deverá movimentar aproximadamente R$ 200 mil em negócios segundo os organizadores. Serão mais de 380 expositores, representando mais de três mil artesãos, que apresentarão aos campinenses e turistas o que existe de melhor na produção artesanal de 80 municípios do Estado. A mostra acontecerá até 2 de julho, sendo mais uma opção de lazer cultural dentro dos festejos do Maior São João do Mundo. O funcionamento será das 14h às 21h e mais de 130 mil pessoas devem visitar o local. O Salão de Artesanato é uma realização do Governo do Estado e Sebrae Paraíba, através do Programa de Artesanato “A Paraíba em suas Mãos”, que neste ano terá como parceiros o Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Caixa Econômica Federal, BMG e Capeme. Segundo Marielza Targino, coordenadora do Programa de Artesanato do Sebrae Paraíba, a mudança do local de realização do Salão de Artesanato, que neste ano será instalado na Avenida Brasília, numa área vizinha ao Shopping Iguatemi, logo na entrada da cidade de Campina Grande, contribuirá para o incremento nos negócios. Agências de turismo e os receptivos de Campina Grande e João Pessoa já incluíram em suas programações visitas ao Salão. “Será a primeira parada dos turistas que vierem a Campina Grande prestigiar o Maior São João do Mundo”, disse. O governador Cássio Cunha Lima fará a abertura do 4º Salão de Artesanato, juntamente com a primeira-dama do Estado, Silvia Cunha Lima; representantes do Sebrae Nacional, Sebrae Paraíba e instituições parceiras. A produção artesanal encontrada no Salão de Turismo tem origem nas regiões da Zona da Mata, Agreste, Brejo, Cariri, Curimataú e Sertão paraibano. Os trabalhos do Salão vão desde o artesanato indígena, encontrado nos municípios de Rio Tinto, Marcação e Baía da Traição, até as rendas de Zabelê, Monteiro, Santa Luzia e Santa Rita. São peças feitas com barro, fios, flandres, fibras, madeira e sementes. O tema do IV Salão resgata a cultura nordestina através das casinhas de madeira retratando cenários da vida típica do homem simples do interior, ora representando a vida doméstica, com quartinha, pote de barro ou forma d’água, fogão à lenha e oratórios; ora representando a lida do campo com o chapéu de vaqueiro, botas, celas arreios, cabrestos e gibão; ora representando bodegas do interior, mas, todos com muita riqueza de detalhes. Além do artesanato, haverá apresentação de grupos folclóricos, quadrilhas, trios de Forró e banda de pífanos e espaços reservados à venda de trabalhos manuais e gastronomia nordestina, onde poderão ser encontradas cocadas, doces, licores, cachaças e rapadura.

6/04/2006

Artesanato é destaque no Salão de Turismo em SP

O Programa de Artesanato “A Paraíba em suas mãos”, pelo segundo ano consecutivo, participará do Salão do Turismo - Roteiros do Brasil, instalado na Vitrine Brasil, localizada no Pavilhão Verde do Expocenter Norte, na Vila Guilherme, que começa hoje e vai até o dia 6 de junho, em São Paulo. Este evento é destinado à promoção e comercialização dos produtos associados ao turismo, cujo enfoque é a mostra de produtos que detêm atributos naturais e/ou culturais de uma localidade, capazes de agregar valor ao produto turístico. A expectativa dos organizadores é repetir o sucesso do primeiro salão, que atraiu um público de 108,6 mil pessoas.
O esforço desse programa, comandado pela primeira-dama do Estado e presidente do Cendac, Sílvia Cunha Lima, em divulgar o artesanato paraibano nacional e internacionalmente, tem sido estrategicamente determinante para toda visibilidade e sucesso alcançados, destacando-se em todos os eventos e, como decorrência, obtido notável crescimento na comercialização direta, e indiretamente, através das encomendas recebidas.
O Programa “A Paraíba em suas Mãos” está levando para exposição e comercialização em São Paulo uma produção artesanal diversificada que abrange brinquedos populares, peças em cerâmica, artigos em couro, fibras, fios, madeira, metal, xilogravura, pedra e artesanato indígena. Em cada tipologia, se vê a força do talento, da sensibilidade e da genialidade dessa criação, transformando fragmentos da natureza em símbolo de beleza e prazer.

Artesanato da PB será exposto na Alemanha

O artesanato paraibano vai estar exposto na Alemanha, com venda direta ao consumidor, em uma das maiores e mais respeitadas lojas de departamento, a Karstadt, entre os dias 26 de junho a 2 de julho, durante a semana dos jogos da Copa do Mundo que acontecerão em Frankfurt. Nesse período, a loja vai estar sondando a preferência dos seus clientes em relação às peças para poder fazer encomendas aos artistas.

Este é um dos pontos positivos da participação do Programa A Paraíba em Suas Mãos – idealizado e coordenado pela primeira-dama do Estado e presidente do Cendac, Sílvia Cunha Lima – numa Rodada de Negócios na Alemanha, promovida pela Agência de Promoção de Exportações e Investimentos – Apex do Brasil, órgão do Governo federal que trabalha com o objetivo de estimular as exportações brasileiras. O evento foi realizado no MAK. Frankfurt Museum e teve a representação do artesanato de diversos Estados brasileiros. A Paraíba esteve representada com 70 peças de 35 artesãos. A Rodada de Negócios, que superou as expectativas da coordenação do programa A Paraíba em Suas Mãos, também rendeu outros frutos ao artesanato paraibano, resultando ainda em convites de alguns dos artistas – Miguel dos Santos, Lucinha dos Bichos e Cristina – para realizar exposição individual em outros países europeus. Esta Rodada de Negócios fez parte do Projeto Vendedor Artesanato – dentro da campanha We Do It Different, que compõe a estratégia definida pela Apex-Brasil para a promoção na Alemanha 2006, com o objetivo de mudar a percepção do público europeu a respeito dos produtos brasileiros. Para tanto, contou com a parceria do Instituto Centro CAPE e a Central Mãos de Minas. Foi um evento específico que mostrou um pouco do artesanato brasileiro, cada Estado com suas diferenças. Entre os participantes estavam Prazeres Accioly – Tecelagem Manual e Fátima Rendas, de Recife (PE), Futurarte – Solange Bottaro, de Betim (MG), Artest Brasil, de Londrina (PR), Leonardo Bueno – Art & Design, de Maria da Fé (MG), Fazendo Arte Biscuit – Graziana e Fabiana Carli – Santa Catarina (SC), Brasil Natural – Allan Denis/Rosangela, de São Paulo (SP), Coccai Acessórios – Rafael Brunoni, do Rio de Janeiro, Fragmentum – Marcelo Del Ducca e Mãos de Minas – Centro CAPE, de Minas Gerais (MG), Nativa Artesanato do Brasil (Deutschland – Alemanha) e Sorriso Brazil (Amsterdan – Holanda).

5/02/2006

FESTA DO PANTANAL
Artesanato de Pontes e Lacerda será exposto no Rio de Janeiro

Artesanato de Pontes e Lacerda na Festa do Pantanal.Além da comercialização de seus produtos, expositores de Pontes e Lacerda, Comodoro, Vale do São Domingos e Conquista D’Oeste estão comemorando a divulgação que esses municípios tiveram durante a 13ª Festa Internacional do Pantanal. Segundo a professora e artesã Alcione Fornarolli, de Pontes e Lacerda, os trabalhos que ela expôs nesses últimos quatro dias lhe renderam convite para representar o artesanato do município na cidade do Rio de Janeiro, ainda neste ano. “O convite foi feito pelo secretário de Turismo do Rio de Janeiro, que nos visitou e disse ter ficado encantado com nosso trabalho. Agora eles devem entrar em contato com nossa secretária de Turismo de Pontes e Lacerda, Luzia Elaine, para que seja oficializado, inclusive com a data definida”, afirmou Fornarolli. O artesanato de Pontes e Lacerda, que está exposto na Festa do Pantanal, é concentrado em bijuterias e outros produtos femininos, feitos genuinamente à base de matéria-prima natural, típica da região do Vale do Guaporé, como colares de coco de babaçu, semente de seringa, semente do falso guaraná, conta de lágrima, bambu, entre outros. “Teve até um representante da embaixada do Peru que esteve aqui e encomendou um colar para dar de presente à esposa”, conta orgulhosa a artesã. Turismo indígena Expositores de Comodoro e Conquista D’Oeste descobriram na 13ª Festa Internacional do Pantanal que o caminho mais promissor para o turismo dos dois municípios é formatar roteiros com temas indígenas. “Essa é a nossa segunda participação nesta festa e este ano, além do estande, tivemos a grata conclusão de que devemos formatar o mais breve possível produtos que mostrem a cultura dos nossos índios nhanbykuaras, que hoje ocupam 62% da dimensão de Comodoro”, disse o secretário de Turismo, Cultura e Meio Ambiente do município, Davi Moraes. Ele acrescenta que uma das grandes atrações indígenas da região é Festa da Menina Moça, uma espécie e ritual que autoriza o casamento das índias. A situação é idêntica à de Conquista D’Oeste, conforme salientou Joelma Leal, secretária municipal de Turismo. “Nós trouxemos, inclusive, dois índios aqui para o estande e foi incrível. As pessoas passavam aqui e diziam: Ei, eles são índios de verdade?”, lembrou a secretária. Agora, segundo ela, a Secretária de Turismo de Conquista D’Oeste irá priorizar o turismo indígena juntamente com a apicultura, outra peculiaridade do município. “Lá temos os nhanbykuaras e os parecis, que são povos que ocupam 51% da dimensão de todo o município”, completou Joelma Leal, acrescentando que a 13ª Festa Internacional do Pantanal foi de vital importância para a divulgação dos atrativos de Conquista.
http://www.secom.mt.gov.br, 30/4/2006

Feira de artesanato oferece presentes para Dia das Mães
Começa terça-feira, dia 2 de maio, em Campo Grande a Feira de Artesanato “Artemães 2006”. O evento é promovido pela Artems (Associação de Artesanato de Mato Grosso do Sul) junto com a Fundação Municipal de Cultura, e vai até dia 5 de maio, no Armazém Cultural (ao lado da Feira Central).Segundo a diretora da Artems, Alices Sales Trouy, serão mais de 40 estandes com o artesanato sul-mato-grossense, com peças e matérias-primas variadas e trabalhos de artesãos de Campo Grande, Porto Murtinho, Dourados, Miranda, Jardim, Caarapó e Rio Brilhante.
www.campogrande.com